ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
📈 A corretora Bernstein prevê um futuro promissor para o Bitcoin (BTCUSD), estimando que a criptomoeda pioneira possa atingir o valor de US$ 1 milhão até 2033.
Em um relatório de pesquisa divulgado na quinta-feira (13), a Bernstein também aumentou sua projeção de preço-alvo para as ações da MicroStrategy (MMSTR), a maior detentora corporativa de Bitcoin, para US$ 2.890 por ação, demonstrando um forte otimismo quanto ao futuro da empresa e da criptomoeda em geral.
A MicroStrategy se estabeleceu como uma das principais detentoras de Bitcoin, possuindo 1,1% do fornecimento global da moeda, o que equivale a aproximadamente US$ 14,5 bilhões.
O relatório da Bernstein destaca a estratégia proativa e alavancada da MicroStrategy em relação ao Bitcoin como um dos fatores chave para seu sucesso.
De acordo com os analistas Gautam Chhugani e Mahika Sapra, o fundador e presidente da empresa, Michael Saylor, "tornou-se sinônimo de Bitcoin e posicionou a MicroStrategy como uma empresa líder no setor, atraindo capital em larga escala (tanto dívida quanto patrimônio líquido) para uma estratégia ativa de aquisição de BTC".
💲 A previsão de preço da Bernstein para o Bitcoin é sustentada por dois fatores principais: a demanda crescente por ETFs de Bitcoin à vista e a oferta limitada da criptomoeda.
A corretora projeta que o Bitcoin pode alcançar US$ 500 mil até 2029, revisando sua previsão anterior de US$ 150 mil para 2025.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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