Tesouro Direto toma prejuízo, mas Tesouro Renda+ 2065 dá lucro de 5%
Taxas da renda fixa brasileira disparam e destravam prejuízos na marcação a mercado.
Taxas da renda fixa brasileira disparam e destravam prejuízos na marcação a mercado.
Expectativa é de que os juros comecem a cair em março, mas que cortes não sejam tão intensos em 2028.
Taxas oferecidas pela renda fixa do governo brasileiro sobem nesta sexta-feira (9).
O resultado ficou dentro da meta de inflação, favorecido pelo alívio no preço dos alimentos.
Carta da gestora Sharp Capital em 2026 destaca três ações listadas na B3 que conseguiram ser campeãs em 15 anos.
Tesouro IPCA+ 2050 volta a oferecer juros compostos acima de IPCA+ 7% ao ano, machucando a marcação a mercado.
O banco entende que os cortes da taxa Selic previstos para 2026 deverão ser bem assimilados.
Renda fixa do governo brasileiro também reflete o primeiro Boletim Focus em 2026, que já vê inflação maior.
Analistas acreditam que o IPCA subiu 4,31% em 2025 e vai avançar 4,06% em 2026.
Investidores acompanharão respingos da crise da Venezuela sobre o petróleo, além do payroll nos EUA.
Investidor10 simulou o quanto os CDBs oferecidos pelo Banco Daycoval podem render na prática.
Taxas da renda fixa brasileira começam o Ano Novo em baixa, compensando investidores com valorização.
Índice que corrige contratos acumula deflação de 1,05% em 12 meses.
Já a projeção para a taxa Selic não mudou no último Boletim Focus de 2025.
Apenas renda fixa com vencimento curto e intermediário se valoriza na marcação a mercado.
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