Taesa (TAEE11) ganha novo preço-alvo em 2026 com compra de ativos da Energisa
Analistas do BB Investimentos enxergam potencial de valorização maior para a transmissora elétrica.
💡 A Taesa (TAEE11) informa ao mercado nesta quinta-feira (5) que passará a ter uma receita adicional de R$ 9,9 milhões, ao conseguir adiantar em seis meses parte das instalações do projeto Colinas, situado em Tocantins, reforçando as operações de sua filial, a Novatrans Transmissora de Energia.
Com a liberação da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a Taesa receberá uma RAP (receita anual permitida) adicional referente ao ciclo de 2024 a 2025, que corresponde a 35% da RAP total.
No caso, a companhia elétrica, boa pagadora de dividendos, explica que essa RAP ainda terá reajuste após a primeira Revisão Tarifária Periódica, feita no quinto ano de operação. Em outras palavras, quer dizer que o patrimônio dos investidores será corrigido ao longo do tempo acima da inflação.
Fora que esse reforço nas instalações da filial Novatrans, em seu projeto de transmissão de energia elétrica, só estava previsto para ser entregue no prazo máximo em maio de 2025, conforme estabelecido pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
"Isso demonstra a capacidade de execução e o compromisso da Taesa com seus pilares estratégicos de crescimento sustentável, disciplina financeira, eficiência operacional e geração de valor" disse a companhia.
A Novatrans é concessão da maior extensão de linhas da Taesa, e entrou em operação em junho de 2003, possuindo um sistema de transmissão de energia elétrica que conecta as regiões Norte e Sudeste, com cerca de 1.278 quilômetros de linhas de transmissão de 500kV e 6 subestações, passando pelo Maranhão, Tocantins, Goiás e o Distrito Federal.
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Analistas do BB Investimentos enxergam potencial de valorização maior para a transmissora elétrica.
A RAP operacional da empresa para o ciclo 2025-2026 ficou em R$ 4,1 bilhões.
Transmissora de energia elétrica dá conta sobre distribuição de lucros apurados em 2025.
No ciclo 2025-2026, a Receita Anual Permitida operacional alcançou cerca de R$ 4,0 bilhões.
A elétrica vai pagar R$ 0,93 por Unit para quem era seu acionista em 14 de novembro de 2025.
Os analistas elevaram o preço-alvo da ação de R$ 30 para R$ 38 para 2026, mas mantiveram a recomendação de venda.
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As debêntures serão emitidas em série única e vencerão em 15 anos.
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