Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
A Petrobras (PETR4) pagará dividendos extraordinários no valor de R$ 20 bilhões aos acionistas que possuírem ações da companhia ao final do pregão desta quarta-feira (11) na B3, conforme anunciado em novembro.
💸 A partir do pregão de amanhã, 12, as ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) serão negociadas "ex-dividendos", ou seja, sem direito ao provento anunciado.
Cada ação ordinária e preferencial da Petrobras dará direito a R$ 1,55174293 em dividendos extraordinários, que serão creditados aos acionistas no dia 23 do mês corrente.
Além disso, no dia 20, a companhia pagará uma segunda parcela de dividendos no valor de R$ 0,526600 por ação, referente aos acionistas com posição em 8 de agosto.
Em comunicado divulgado ontem, a Petrobras detalhou as datas de pagamento e os valores dos JCP (juros sobre capital próprio) e dividendos a serem distribuídos aos acionistas, referentes ao terceiro trimestre do exercício social em curso, totalizando R$ 17 bilhões.
💰 A empresa realizará o pagamento de duas parcelas de JCP e dividendos no próximo ano. A primeira parcela, no valor de R$ 0,6641 por ação, será creditada aos acionistas no dia 20 de fevereiro. Já a segunda parcela, composta por R$ 0,0105 por ação a título de JCP e R$ 0,6535 por ação a título de dividendos, será paga no dia 20 de março.
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A remuneração será creditada aos acionistas cuja posição estiver registrada na base de dados da companhia em 23 de dezembro do corrente ano.
O valor a ser pago será atualizado pela variação da taxa Selic entre 31 de dezembro de 2024 e a data do pagamento. Para ter direito a esses proventos, o investidor deverá constar da base acionária em 23 de dezembro de 2024.
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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