Ex-queridinha? Banco do Brasil (BBAS3) deixa a lista de compras de Luiz Barsi
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
💲 No segundo trimestre de 2024, as quatro maiores instituições financeiras do Brasil — Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4) e Santander (SANB11) —alcançaram um lucro consolidado de R$ 26,8 bilhões, o maior valor já registrado por esse grupo.
Com esses números, investidores começam a projetar quais serão os dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) a serem pagos em 2024, e qual banco se destacará em termos de rendimento por ação.
O Banco do Brasil (BBAS3) tem se mostrado uma das apostas mais promissoras para dividendos, com um dividend yield projetado de 10,45%, o maior entre os bancos analisados.
De acordo com Milton Rabelo, analista de investimentos da VG Research, existe uma perspectiva de que o Banco do Brasil possa aumentar o seu payout (proporção do lucro pago aos acionistas), num horizonte de médio prazo, já que o seu acionista controlador, o Estado Brasileiro, necessita de recursos para diminuir o déficit público.
Esse cenário favorece a expectativa de um aumento nos dividendos, tornando o BB uma opção atraente para investidores em busca de renda passiva.
Além disso, Bruno Lima, analista sênior de ações do BTG, justifica sua recomendação pelo histórico positivo do Banco do Brasil na entrega de resultados e por seu valuation atraente.
"Acreditamos que o ativo possui um bom suporte de valuation”, afirmou Lima, destacando o retorno sobre patrimônio líquido (RoE) de cerca de 20% e a consistência na execução de seu guidance.
O Bradesco (BBDC4), que apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 4,7 bilhões no segundo trimestre, tem se mantido firme em sua política de distribuição de proventos.
Fabio Murad, sócio da Ipê Avaliações, comenta que o Bradesco tem mantido um desempenho sólido em termos de distribuição de dividendos. A estratégia da instituição tem sido equilibrar a necessidade de reinvestimento com a remuneração dos acionistas.
Essa abordagem, segundo Murad, é facilitada pela estrutura de holding do banco, que permite maior flexibilidade na distribuição de dividendos, garantindo retornos atrativos aos seus investidores.
O Itaú (ITUB4), que lidera em termos de proventos pagos até agora, com R$ 22,3 bilhões distribuídos, enfrenta algumas incertezas em relação à continuidade de seu payout.
Milton Rabelo, da VG Research, explica: “A magnitude desses proventos extraordinários depende de diversos fatores, como capacidade de crescimento da carteira e eventos regulatórios.”
Ele ressalta que, embora haja a sinalização de que o payout será aumentado para distribuir o excesso de capital acumulado, o montante exato ainda é uma incógnita, a ser revelada possivelmente no quarto trimestre.
O Santander Brasil (SANB11) aparece como o banco com a menor expectativa de dividend yield para 2024, projetado em 6,25%.
Apesar de ter distribuído R$ 4,5 bilhões em proventos até julho, a perspectiva para o próximo ano não é tão otimista em comparação com seus concorrentes, reforçando sua posição mais modesta no cenário financeiro atual.
📊 Essas avaliações dos analistas fornecem um panorama detalhado das expectativas para os principais bancos brasileiros em 2024, oferecendo insights para os investidores que buscam boas empresas pagadoras de dividendos em um cenário de crescimento econômico e ajustes na política de dividendos.
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
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Entre as principais queixas estavam falhas para realizar Pix e consultar informações da conta.
Com isso, o Itaú BBA cortou a projeção para o lucro e o preço-alvo para as ações do BB.
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