Eleições 2026: Flávio Bolsonaro tem empate técnico com Lula no 2º turno, diz Datafolha

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro está no limite da margem de erro, embolado com o petista em intenções de voto.

Publicado em 21/08/2026 às 20:01h Publicado em 21/08/2026 às 20:01h por Lucas Simões
Flávio marca 43% das intenções de voto, enquanto Lula chega a 47% no 2º turno (Imagem: Vittor Sales/Ricardo Stuckert)
Flávio marca 43% das intenções de voto, enquanto Lula chega a 47% no 2º turno (Imagem: Vittor Sales/Ricardo Stuckert)
Na mais recente pesquisa eleitoral conduzida pelo Datafolha, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL/Rio de Janeiro) surge tecnicamente empatado com o atual presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto em eventual 2º turno.
O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro pontua 43% entre os entrevistados, ao passo que o petista chega a 47% das intenções de voto, conforme levantamento publicado nesta sexta-feira (21).
Devido à existência de margem de erro de dois pontos percentuais na pesquisa, os dois candidatos citados à Presidência do Brasil nas Eleições de 2026 estão tecnicamente empatados, bem no limite da margem de erro. 
Vale citar que, na última pesquisa do Datafolha, Lula apresentava uma ligeira gordura eleitoral, ao pontuar 48% entre os entrevistados, sendo que Flávio Bolsonaro marcava os mesmos 43%, também em cenário de 2º turno.
Quanto às simulações de 1º turno, o petista segue consolidado na liderança, com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro angaria 33%. 
Entre os candidatos da chamada Terceira Via, a distribuição dos entrevistados ficou da seguinte forma: Ronaldo Caiado (PSD), com 5%; Renan Santos (Missão), com 4%; e Romeu Zema (Novo), com 3%. Os três candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro. Já os votos em branco ou nulo somavam 8%, enquanto eram 3% os indecisos. 
O Datafolha ouviu 2.058 pessoas com 16 anos ou mais entre 18 e 20 de agosto em todas as regiões do país. A pesquisa tem um nível de confiança de 95% e foi devidamente registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).