Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🚀 O Bitcoin (BTC) voltou a surpreender os entusiastas das criptomoedas, voltando a superar com folga a barreira psicológica dos US$ 100 mil com folga pela primeira vez em 2025. Nesta segunda-feira (6), a moeda virtual chegou a tocar a máxima de US$ 102.482,87.
Por volta das 16h (horário de Brasília), o BTC já havia perdido um pouco de fôlego negociado ao redor de US$ 101,9 mil, com valorização de +4,2% nas últimas 24 horas.
Com isso, o ativo reduziu para apenas −5,84% sua distância em relação ao seu ATH (All Time High, maior cotação em todos os tempos, em tradução livre ao português) de US$ 108.268,45, atingido no dia 17 de dezembro de 2024.
Outro fator é que o Bitcoin superou o número mágico previsto pelos analistas do BTG Pactual, que sinalizavam que era preciso superar com volume a barreira de preço a US$ 99.300. Agora, os próximos alvos de preços a serem superados pela moeda virtual para manter a trajetória altista são: US$ 102.400 e US$ 107.100.
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Essa nova pernada do Bitcoin influenciada pela proximidade da posse do presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump, no dia 20 de janeiro, que prometeu fazer de seu segundo mandato um ambiente bastante favorável aos criptoativos, também reanimou a procura dos entusiastas mais arrojados pelas altcoins (quaisquer criptomoedas que não sejam o Bitcoin).
Entre as altcoins mais consolidadas no mercado, tanto Ethereum (ETH) quanto Solana (SOL) acumulavam ganhos de +8,50% e +12,7%, respectivamente, nos últimos sete dias, enquanto o BTC despontava +7,7%.
🐶 A principal moeda baseada em meme de internet e apadrinhada pelo bilionário Elon Musk, o Dogecoin (DOGE), decolava mais de +22% nos últimos sete dias, cotadas por quase US$ 0,39 cada.
Considerando somente as 20 altcoins com maior capitalização no mercado cripto, os tokens da Stellar (XLM) são os que apresentam maior valorização no curto prazo, subindo mais de +32% nos últimos sete dias, cotados por US$ 0,45 cada.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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