B3 (B3SA3) anuncia Christian Egan como novo CEO; ações caem 5% no pregão
Executivo com passagens por Itaú e Credit Suisse assume comando da bolsa brasileira.
🚨 Bolsa de Singapura (SGX) anunciou nesta segunda-feira (10), uma colaboração inédita com a B3 (B3SA3), principal operadora do mercado de capitais brasileiro, para a introdução de contratos futuros de real brasileiro (BRL) ainda em 2025.
A iniciativa, ainda sujeita à aprovação regulatória, marca a primeira incursão da SGX em moedas de mercados emergentes fora da Ásia e promete oferecer mais opções de hedge cambial para investidores globais.
A parceria entre SGX e B3 surge em um momento de crescente interesse internacional pelos ativos brasileiros, impulsionado pelo papel estratégico do Brasil como grande exportador de commodities.
Com a volatilidade cambial sendo um fator crítico para traders e investidores institucionais, a criação de um mercado de derivativos de real na Ásia pode ampliar as possibilidades de negociação e mitigação de riscos durante o horário asiático.
O lançamento desses contratos permitirá que investidores, especialmente aqueles com exposição ao mercado brasileiro, operem proteção cambial em tempo integral, reduzindo as incertezas causadas por fatores macroeconômicos e tensões geopolíticas.
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O Brasil é um dos maiores fornecedores globais de commodities como soja, minério de ferro e carne bovina, tornando sua moeda um ativo de interesse para investidores que operam nesse segmento.
Recentemente, o governo brasileiro anunciou a remoção de tarifas de importação sobre itens essenciais, como açúcar, café, milho e carne, com o objetivo de conter a inflação dos alimentos.
Essas medidas reforçam a relevância do real nos mercados internacionais e aumentam a necessidade de instrumentos eficientes para gerenciamento de risco cambial.
💲 A inclusão do real nos derivativos negociados na SGX pode tornar a moeda mais acessível a investidores da Ásia e do restante do mundo, incentivando maior liquidez e participação estrangeira no mercado brasileiro.
Além disso, a parceria entre SGX e B3 reforça a interconectividade entre os mercados globais, permitindo uma maior diversificação de estratégias para gestores de fundos, bancos e traders institucionais.
Se aprovado pelos reguladores, esse movimento poderá consolidar a SGX como um hub financeiro ainda mais relevante para moedas de mercados emergentes, ao mesmo tempo em que amplia o alcance internacional da B3.
Executivo com passagens por Itaú e Credit Suisse assume comando da bolsa brasileira.
As negociações no mercado à vista somaram média diária de R$ 35,475 bilhões em abril, crescimento de 28,5% frente ao 1T25.
A companhia vê a janela de IPOs se reabrindo com mais de 50 empresas, lideradas por agro e infraestrutura, após quase 5 anos de jejum.
B3 atinge a maior receita trimestral da sua história, com destaque para volume de investimentos em renda variável.
Cícero Vieira é o novo sócio e consultor estratégico da A5X, que prepara nova bolsa de derivativos para o Brasil.
Modelo cresce no mundo e chega ao Brasil em meio a debate sobre regulamentação e comparação com bets.
Apenas em março, o saldo positivo já soma R$ 7,05 bilhões, contra R$ 3,1 bilhões no mesmo mês de 2025.
As ações serão negociadas com direito ao provento até 31 de março, passando à condição ex-JCP a partir de primeiro de abril.
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