Azul (AZUL3) sobe mais de 3% na B3 após estreia em Nasdaq; veja

A listagem faz parte da estratégia da empresa de aumentar sua visibilidade entre investidores estrangeiros.

Publicado em 09/07/2026 às 17:07h Publicado em 09/07/2026 às 17:07h por Elanny Vlaxio
A Azul encerrou o 1T26 com prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões (Imagem: Shutterstock)
A Azul encerrou o 1T26 com prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões (Imagem: Shutterstock)
As ações da Azul (AZUL3) operavam em alta nesta quinta-feira (9), refletindo a estreia da companhia na Nasdaq, uma das principais bolsas de valores dos Estados Unidos. Por volta das 16h33 (horário de Brasília), os papéis avançavam 3,03%, negociados a R$ 23,12, em um pregão marcado pela repercussão da chegada da empresa nos EUA.
A estreia das ADSs (American Depositary Shares) da Azul ocorreu nesta quinta-feira sob o ticker AZUL, ampliando a presença da companhia no mercado internacional. A listagem faz parte da estratégia da empresa de aumentar sua visibilidade entre investidores estrangeiros e facilitar o acesso ao mercado de capitais dos Estados Unidos.
“Nossa listagem na Bolsa de Valores de Nova York marca o início de um novo capítulo para a Azul. Após nossa bem-sucedida reestruturação, saímos como uma empresa mais forte, com governança aprimorada, uma estrutura de capital simplificada e uma base sólida para a criação de valor a longo prazo”, disse o CEO da Azul, John Rodgerson.
A listagem na Nasdaq ocorre após a Azul concluir seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos. A companhia saiu do procedimento de Chapter 11 após implementar um plano que incluiu redução do endividamento, captação de novos recursos e reorganização de sua estrutura de capital.
“Saímos do processo com alavancagem de apenas 2,4 vezes, um excelente ponto de partida. Além disso, continuamos operando uma companhia aérea capaz de gerar muito Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), e forte fluxo de caixa operacional”, diz Rodgerson.
Lembrando que a Azul encerrou o 1º trimestre de 2026 com prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões, resultado inferior às perdas registradas no mesmo período do ano anterior. Já o Ebitda somou R$ 1,7 bilhão no período, avanço de 22,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

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