O SFIX11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação de títulos públicos indexados à inflação, por meio da replicação de um índice local atrelado a NTN-Bs. O fundo é gerido pelo BTG Pactual Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto à renda fixa atrelada ao IPCA.
Classificado como ETF de renda fixa, o SFIX11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o Índice Teva ITBR IPCA 95/5, que acompanha o retorno total de uma carteira composta majoritariamente por Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-Bs), selecionadas com base em critérios de liquidez e representatividade.
A carteira é composta por títulos públicos federais indexados à inflação, com exposição ao IPCA e à estrutura a termo de juros reais no Brasil. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF SFIX11 oferece exposição a:
- Títulos públicos federais indexados ao IPCA (NTN-Bs).
- Mercado de renda fixa brasileiro.
- Taxas de juros reais de médio e longo prazo.
O SFIX11 busca refletir o desempenho do Índice Teva ITBR IPCA 95/5, benchmark que representa uma carteira diversificada de títulos públicos atrelados à inflação, amplamente utilizada como referência para investimentos em renda fixa indexada ao IPCA.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos operacionais associados à gestão e à replicação do índice. Não há cobrança de taxa de performance.
O ETF não realiza distribuição recorrente de rendimentos, sendo os resultados incorporados ao valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O SFIX11 foi estruturado com o objetivo de facilitar o acesso à renda fixa indexada à inflação por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estratégia passiva baseada em títulos públicos.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa no Brasil, ampliando as alternativas de exposição ao IPCA. Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações das taxas de juros reais e da inflação, influenciado por fatores macroeconômicos e pela dinâmica do mercado de títulos públicos.