O RICO11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas norte-americanas selecionadas com base na participação de grandes investidores, por meio da replicação de um índice internacional atrelado ao mercado acionário dos Estados Unidos. O fundo é gerido pela Buena Vista Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a ações internacionais.
Classificado como ETF de ações internacionais, o RICO11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o Bloomberg US Billionaires Investment Select Index (BBISP), que acompanha o desempenho de aproximadamente 50 empresas listadas nos Estados Unidos com participação relevante de bilionários norte-americanos, com limites de concentração por ativo.
A carteira é composta por ações de empresas globais de diferentes setores, com exposição ao mercado acionário norte-americano. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos, tipicamente trimestrais, para refletir mudanças nas participações desses investidores.
Composição e perfil de exposição
O ETF RICO11 oferece exposição a:
- Ações de empresas bilionárias listadas nos Estados Unidos, como: NVIDIA Corporation (NVDA), Broadcom Inc. (AVGO), Microsoft Corporation (MSFT), Amazon Inc. (AMZN), Alphabet Inc. (GOOGL).
O RICO11 busca refletir o desempenho do Bloomberg US Billionaires Investment Select Index (BBISP), benchmark que acompanha empresas associadas às carteiras de grandes investidores institucionais e individuais de alta relevância no mercado.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de 0,55% ao ano e não possui taxa de performance.
A negociação ocorre em bolsa, com liquidação em D+2. O fundo apresenta exposição cambial ao dólar norte-americano (USD) e segue a tributação aplicável à renda variável, com incidência de imposto sobre ganho de capital.
História e evolução do ETF
O RICO11 foi lançado em julho de 2025, com o objetivo de oferecer exposição ao mercado acionário dos Estados Unidos por meio de uma estratégia baseada nas alocações de grandes investidores.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais no mercado brasileiro, ampliando as possibilidades de diversificação geográfica.
Nos últimos períodos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário norte-americano, influenciado por fatores macroeconômicos, política monetária dos Estados Unidos e pela dinâmica de grandes empresas globais que compõem o índice de referência.