O PKIN11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do mercado acionário chinês, por meio da replicação de um índice internacional composto por empresas de grande capitalização da China. O fundo é gerido pela Bradesco Asset Management S.A. DTVM e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a ações listadas no mercado asiático.
Classificado como ETF internacional de ações, o PKIN11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o índice CSI 300, por meio de investimento via ETF no exterior (China Universal CSI 300 ETF), acessado via ETF Connect, buscando acompanhar o desempenho das principais companhias listadas nas bolsas da China continental.
A carteira é composta por ações de empresas chinesas de grande porte, com exposição relevante a setores como financeiro, tecnologia, consumo e indústria. A ponderação segue critérios definidos pelo índice CSI 300, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF PKIN11 oferece exposição a:
- Ações de empresas chinesas de grande capitalização: BYD, Kweichow Moutai, Ping An Insurance e CATL.
O PKIN11 busca refletir o desempenho do índice CSI 300, benchmark amplamente utilizado que reúne as 300 maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, representando uma parcela significativa do mercado acionário chinês.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,19% ao ano, podendo incluir custos adicionais relacionados ao ETF investido no exterior.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo eventuais proventos reinvestidos no fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O PKIN11 foi lançado em 2025, com o objetivo de facilitar o acesso ao mercado acionário chinês por meio da bolsa brasileira, utilizando estrutura de investimento internacional.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à diversificação geográfica, acompanhando o interesse por exposição a mercados emergentes, especialmente na Ásia.
Nos últimos anos, seu comportamento tende a refletir as oscilações do mercado chinês, sendo influenciado por fatores como crescimento econômico da China, políticas governamentais, dinâmica do comércio global e condições macroeconômicas internacionais.