O PHIP11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do Índice Teva Ações de Empresas Pagadoras de Dividendos (High Income), que acompanha uma carteira de ações com foco em geração de renda por meio de dividendos.
O fundo é gerido pelo BTG Pactual Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a empresas com histórico de distribuição de proventos. Classificado como ETF de ações, o PHIP11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em ativos que replicam o índice de referência, selecionando empresas com critérios relacionados à distribuição de dividendos, liquidez e fundamentos.
A carteira é composta por ações brasileiras, com exposição ao mercado doméstico. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF PHIP11 oferece exposição a:
- Ações de empresas com histórico de pagamento de dividendos.
- Companhias de diferentes setores da economia brasileira.
- Estratégia focada em geração de renda no mercado acionário.
O PHIP11 busca refletir o desempenho de uma carteira diversificada de empresas pagadoras de dividendos, sendo utilizado como referência para acompanhamento desse segmento no mercado brasileiro.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos operacionais relacionados à replicação do índice. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo estes reinvestidos automaticamente no fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O PHIP11 foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso, por meio da bolsa brasileira, a uma carteira de ações focada em dividendos. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda no mercado local, acompanhando o interesse crescente por estratégias voltadas à geração de fluxo de caixa.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário brasileiro, especialmente no segmento de empresas com perfil de distribuição de dividendos, influenciado por fatores macroeconômicos e pela dinâmica dos setores representados na carteira.