O PEVC11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação do BlueStar Top 10 US Listed Alternative Asset Managers Index. O fundo é gerido pela Investo Gestão de Recursos Ltda e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao segmento de ativos alternativos. Classificado como ETF internacional de renda variável, o PEVC11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em ações de empresas listadas no exterior que atuam na gestão de ativos alternativos, como private equity, crédito privado e real estate, buscando refletir o desempenho desse segmento no mercado global.
A carteira é composta por instrumentos financeiros atrelados a companhias do setor, com exposição ao mercado internacional. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF PEVC11 oferece exposição a:
- Empresas globais de private equity e gestão de ativos alternativos
- Ações listadas nos Estados Unidos
O PEVC11 busca refletir o desempenho de um conjunto de empresas relevantes do setor, incluindo gestoras como Apollo, Blackstone, KKR e Carlyle, ponderadas por valor de mercado e com limites de concentração por ativo.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de 0,30% ao ano, além de custos operacionais associados à negociação dos ativos subjacentes.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos automaticamente. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O PEVC11 foi lançado em 2022, com o objetivo de facilitar o acesso ao mercado de ativos alternativos por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que replica empresas globais do setor.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais disponíveis na B3, acompanhando o crescimento do interesse por estratégias ligadas a private equity. Seu comportamento reflete as oscilações dessas empresas no mercado global, influenciado por fatores macroeconômicos, condições de crédito e dinâmica dos investimentos alternativos.