O NBIT11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação do Nasdaq Brazil Bitcoin Futures TR Index (NQBTCBRT). O fundo é gerido pela Nu Asset Management Ltda e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao Bitcoin. Classificado como ETF de renda variável, o NBIT11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em contratos futuros de Bitcoin negociados na B3, combinados com instrumentos de renda fixa, buscando refletir o desempenho do índice de referência.
Diferente de estruturas com lastro físico, a exposição ocorre via derivativos financeiros, permitindo acompanhar a variação do ativo digital sem necessidade de custódia direta em blockchain.
A carteira é composta por contratos futuros de Bitcoin com vencimento próximo, além de ativos de baixo risco utilizados como margem e suporte operacional. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF NBIT11 oferece exposição a:
- Contratos futuros de Bitcoin negociados na B3
- Índice Nasdaq Brazil Bitcoin Futures TR
- Mercado global de criptoativos, com foco no Bitcoin
O NBIT11 busca refletir o desempenho do Bitcoin por meio de contratos futuros, utilizando como referência um índice desenvolvido em parceria com a Nasdaq, que mede o retorno total desses instrumentos no mercado brasileiro.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa global de administração de até 0,50% ao ano, com estrutura decrescente conforme o patrimônio, além de custos operacionais associados aos contratos futuros.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O NBIT11 foi lançado em 2025, com o objetivo de facilitar o acesso ao Bitcoin por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura baseada em derivativos.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs ligados a criptoativos disponíveis na B3, acompanhando a evolução do interesse por esse tipo de exposição. Seu comportamento reflete as oscilações do preço do Bitcoin, influenciado por fatores como adoção institucional, liquidez global e dinâmica do mercado de criptoativos.