O MARG11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação de uma estratégia baseada em debêntures de margem, com retorno atrelado ao CDI. O fundo é gerido pelo BTG Pactual Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a instrumentos de renda fixa corporativa. Classificado como ETF de renda fixa, o MARG11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em ativos de renda fixa vinculados a operações com debêntures de margem, buscando acompanhar o desempenho dessa classe de instrumentos no mercado doméstico.
A carteira é composta por títulos de crédito privado e instrumentos financeiros relacionados, com exposição ao mercado de renda fixa brasileiro. A ponderação segue critérios definidos pela estratégia do fundo, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF MARG11 oferece exposição a:
- Debêntures de margem.
- Instrumentos de crédito privado.
- Mercado de renda fixa atrelado ao CDI.
O MARG11 busca refletir o desempenho de uma carteira de crédito corporativo com características de baixa volatilidade e retorno próximo ao CDI, funcionando como uma alternativa dentro do universo de renda fixa listada em bolsa.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa global de administração de 0,50% ao ano, além de custos operacionais associados à estrutura do produto. Não há taxa de performance.
Não há distribuição recorrente de rendimentos, e eventuais resultados são incorporados ao valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O MARG11 foi lançado em março de 2025, com o objetivo de facilitar o acesso a estratégias de crédito estruturado por meio da bolsa brasileira.
Desde o início, o fundo apresentou retorno acumulado próximo ao CDI, com baixa volatilidade e sequência de meses positivos, refletindo o comportamento típico de ativos de renda fixa indexados a taxas de juros.
Seu desempenho acompanha as condições do mercado de crédito e da política monetária, sendo influenciado principalmente pela dinâmica das taxas de juros no Brasil.