O HYBR11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação de títulos corporativos de alto rendimento no mercado internacional, por meio da replicação de um índice global de crédito high yield com proteção cambial para o real.
O fundo é gerido pela Nu Asset Management Ltda e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a bonds internacionais.
Classificado como ETF de renda fixa internacional, o HYBR11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o iBoxx USD Liquid High Yield BRL Hedge Carry Index, que acompanha uma carteira composta por aproximadamente 70% de títulos corporativos high yield em dólar e 30% de títulos soberanos brasileiros, com hedge cambial realizado por contratos futuros de dólar.
A carteira é composta por bonds internacionais de menor grau de investimento (high yield), combinados com ativos domésticos e instrumentos de hedge, a estrutura busca capturar o prêmio de crédito internacional, mantendo a exposição protegida contra variações cambiais.
Composição e perfil de exposição
O ETF HYBR11 oferece exposição a:
- Títulos corporativos internacionais de alto rendimento (high yield).
- Títulos públicos brasileiros.
A composição setorial e de crédito inclui empresas de diversos setores, como consumo, energia, tecnologia e comunicações, com predominância de ratings abaixo de grau de investimento.
O HYBR11 busca refletir o desempenho do iBoxx USD Liquid High Yield BRL Hedge Carry Index, benchmark que combina crédito corporativo global com proteção cambial para investidores em reais.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa global de aproximadamente 0,30% ao ano, podendo atingir até 0,35% ao ano, sem cobrança de taxa de performance.
A liquidação ocorre em D+1, com negociação em bolsa. O fundo não realiza distribuição recorrente de rendimentos e possui tributação de renda fixa.
História e evolução do ETF
O HYBR11 foi lançado em setembro de 2025, com o objetivo de oferecer acesso ao mercado global de crédito high yield por meio de uma estrutura negociada em bolsa e com proteção cambial.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa internacional no Brasil, ampliando as alternativas de diversificação para investidores locais.
Nos períodos recentes, seu comportamento tem refletido tanto a dinâmica do crédito corporativo global quanto o diferencial de juros entre Brasil e exterior.