O HGBR11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de uma carteira de renda fixa internacional com proteção cambial, por meio da replicação do índice iBoxx USD Liquid Investment Grade BRL Hedge Carry Index. O fundo é gerido pela Nu Asset Management Ltda e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a títulos corporativos globais com hedge para o real.
Classificado como ETF de renda fixa, o HGBR11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir em uma carteira teórica composta majoritariamente por títulos soberanos brasileiros e títulos corporativos internacionais investment grade, com hedge cambial realizado por meio de contratos futuros, buscando refletir o desempenho do índice no mercado local.
A carteira é composta por instrumentos de renda fixa com alta qualidade de crédito, incluindo bonds corporativos globais e ativos domésticos. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia proposta.
Composição e perfil de exposição
O ETF HGBR11 oferece exposição a:
- Títulos corporativos internacionais investment grade
- Estratégias de hedge cambial via derivativos
O HGBR11 busca refletir o desempenho do iBoxx USD Liquid Investment Grade BRL Hedge Carry Index, benchmark que combina renda fixa global com proteção cambial para o investidor local.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,20% ao ano, podendo chegar a 0,25% ao ano, além de custos operacionais associados aos ativos da carteira.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado, com liquidação financeira em D+1 no mercado secundário.
História e evolução do ETF
O HGBR11 foi lançado em setembro de 2025, com o objetivo de oferecer exposição a renda fixa global com hedge cambial em um único veículo listado na bolsa brasileira.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa internacional, acompanhando a demanda por diversificação geográfica com mitigação do risco cambial.
Nos períodos mais recentes, seu comportamento tem refletido a dinâmica das taxas de juros globais, do crédito corporativo internacional e do diferencial de juros entre economias, além das estratégias de hedge implementadas na carteira.