O GXUS11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de ações globais fora dos Estados Unidos, por meio da replicação de um índice internacional amplo. O fundo é gerido pela Galapagos Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a empresas de diversos países desenvolvidos e emergentes.
Classificado como ETF de ações internacionais, o GXUS11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas do ETF estrangeiro VXUS (Vanguard Total International Stock ETF), que replica o índice FTSE Global All Cap ex U.S., composto por empresas de grande, média e pequena capitalização fora dos Estados Unidos.
A carteira é composta por milhares de ações globais, com ampla diversificação geográfica e setorial. A ponderação segue critérios de capitalização de mercado ajustada pelo free float, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia do índice.
Composição e perfil de exposição
O ETF GXUS11 oferece exposição a:
- Ações globais fora dos Estados Unidos.
- Fundo de índice estrangeiro (VXUS).
- Mercados desenvolvidos e emergentes.
A diversificação inclui mais de 8.600 empresas distribuídas por mais de 40 países, com maior exposição a regiões como Europa, mercados emergentes e Ásia-Pacífico, além de diversos setores como financeiro, industrial e tecnologia.
O GXUS11 busca refletir o desempenho do índice FTSE Global All Cap ex U.S., benchmark utilizado para acompanhar o comportamento das ações globais fora dos Estados Unidos.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa global aproximada entre 0,30% e 0,35% ao ano, considerando a estrutura local e o ETF investido no exterior.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado. A liquidação ocorre em D+2.
História e evolução do ETF
O GXUS11 foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso a uma cesta global de ações fora dos Estados Unidos por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que replica um dos maiores ETFs internacionais do mundo.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais voltados à diversificação geográfica, permitindo exposição a diferentes economias e setores em um único ativo.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações dos mercados globais ex-EUA, sendo influenciado por fatores como crescimento econômico internacional, políticas monetárias regionais, fluxo de capital global e dinâmica cambial.