O GLDX11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas globais do setor de mineração de ouro, por meio da replicação de um índice internacional atrelado a companhias produtoras do metal.
O fundo é gerido pela XP Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao segmento de ouro via ações internacionais.
Classificado como ETF de ações internacionais (setorial), o GLDX11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um fundo de índice no exterior que replica um índice composto por empresas do setor de mineração de ouro, buscando refletir o desempenho dessas companhias no mercado global.
A carteira é composta por ações de empresas estrangeiras ligadas à extração e produção de ouro, com exposição indireta ao preço da commodity.
A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, geralmente com base em valor de mercado ajustado pelo free float, com rebalanceamentos periódicos.
Composição e perfil de exposição
O ETF GLDX11 oferece exposição a:
- Empresas globais do setor de mineração de ouro
- Mercado internacional de ações ligadas a commodities
- Cadeia produtiva do ouro
O GLDX11 busca refletir o desempenho de um índice internacional de empresas mineradoras de ouro, que acompanha a performance dessas companhias no mercado global.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados ao fundo de índice no exterior investido.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O GLDX11 foi lançado com o objetivo de ampliar o acesso a empresas globais do setor de ouro por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que investe em ETF internacional.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos e setoriais no Brasil, acompanhando o crescimento do interesse por exposição indireta a commodities via ações.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido tanto as oscilações do preço do ouro quanto o desempenho operacional das empresas mineradoras, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, custos de produção e dinâmica do mercado global de metais preciosos.