O GBTC11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de uma cesta composta por ouro e bitcoin, por meio da replicação do índice FTSE Bitcoin and Gold Risk-Weighted Index. O fundo é gerido pela Buena Vista Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso simultâneo a dois ativos considerados reservas de valor, um físico e outro digital.
Classificado como ETF multimercado com exposição a commodities e criptoativos, o GBTC11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em acompanhar um índice que realiza alocação dinâmica entre ouro e bitcoin, ajustando os pesos conforme a volatilidade de cada ativo, buscando equilíbrio entre risco e retorno ao longo do tempo.
A carteira é composta por instrumentos financeiros atrelados ao ouro e ao bitcoin, com exposição ao mercado internacional e cambial em dólar. A ponderação segue a metodologia “risk parity”, na qual o ativo menos volátil tende a receber maior peso, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência ao índice de referência.
Composição e perfil de exposição
O ETF GBTC11 oferece exposição a:
- Ouro, como ativo físico de reserva de valor
- Bitcoin, como ativo digital descentralizado
O GBTC11 busca refletir o desempenho do índice FTSE Bitcoin and Gold Risk-Weighted Index, benchmark que combina ouro e bitcoin com base em critérios de volatilidade e diversificação.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,98% ao ano, além de custos operacionais associados aos ativos subjacentes.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado, com liquidação financeira em D+2 no mercado secundário.
História e evolução do ETF
O GBTC11 foi lançado em julho de 2025, com o objetivo de oferecer uma alternativa de diversificação por meio da combinação entre ouro e bitcoin em um único veículo listado em bolsa.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs com exposição a ativos alternativos, conectando o investidor ao mercado global de reservas de valor.
Nos últimos períodos, seu comportamento tem refletido tanto as oscilações do preço do ouro quanto a dinâmica do mercado de criptoativos, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, volatilidade e movimentos de fluxo global entre ativos tradicionais e digitais.