O FOOD11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do MVIS Global Agribusiness Index. O fundo é gerido pela Investo Gestão de Recursos Ltda. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao setor global de alimentos e agronegócio. Classificado como ETF de ações internacionais setoriais, o FOOD11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um fundo de índice no exterior que replica o índice de referência, buscando refletir o desempenho de empresas globais ligadas à cadeia de produção de alimentos.
A carteira é composta por instrumentos financeiros atrelados a ações do setor de agronegócio, com exposição ao mercado internacional. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF FOOD11 oferece exposição a:
- Empresas globais do setor de alimentos e agronegócio.
- Fundo de índice estrangeiro atrelado ao segmento agrícola e alimentício.
- Cadeia internacional de produção, processamento e distribuição de alimentos.
O FOOD11 busca refletir o desempenho de companhias que atuam em diferentes etapas do agronegócio, incluindo insumos, produção agrícola, processamento e distribuição, conforme metodologia do índice MVIS Global Agribusiness Index.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados ao fundo de índice no exterior. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O FOOD11 foi estruturado com o objetivo de facilitar o acesso do investidor brasileiro ao setor global de alimentos por meio da bolsa brasileira. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais disponíveis na B3, acompanhando o desenvolvimento do interesse por ativos ligados ao agronegócio e à segurança alimentar global.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor de alimentos e agronegócio, sendo influenciado por fatores como clima, demanda global por commodities agrícolas, custos de produção e dinâmica de oferta e demanda no mercado internacional.