O FIXX11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de uma estratégia de renda em dólar, por meio da replicação de um índice internacional atrelado a títulos do Tesouro dos Estados Unidos de curto prazo. O fundo é gerido pela Buena Vista Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a ativos de renda fixa internacional com exposição cambial.
Classificado como ETF de renda fixa internacional, o FIXX11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em acompanhar o índice NEOS Enhanced Income 1-3 Month T-Bill Index, que combina uma carteira de títulos do Tesouro americano com vencimentos entre 1 e 3 meses e uma estratégia de opções de venda (put options), buscando gerar renda adicional de forma recorrente.
A carteira é composta por instrumentos financeiros atrelados a T-Bills de curto prazo e derivativos utilizados para geração de renda, mantendo exposição ao dólar americano. A ponderação segue a metodologia do índice, com ajustes periódicos para manter a aderência à estratégia proposta.
Composição e perfil de exposição
O ETF FIXX11 oferece exposição a:
- Títulos do Tesouro dos Estados Unidos (1 a 3 meses)
O FIXX11 busca refletir o desempenho do índice NEOSCSHI, que combina renda de títulos públicos americanos com estratégias de opções, sendo utilizado como referência para investidores que buscam exposição conservadora em dólar com potencial de geração de renda.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,38% ao ano, além de custos operacionais e encargos previstos em regulamento.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente obrigatória de rendimentos, sendo o resultado refletido no valor das cotas. A liquidação ocorre em D+2.
História e evolução do ETF
O FIXX11 foi lançado em junho de 2025, com o objetivo de oferecer uma alternativa de alocação internacional focada em preservação de capital e geração de renda em dólar.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais com foco em renda fixa e estratégias de income, ampliando as possibilidades de diversificação cambial para o investidor local.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações das taxas de juros americanas e da dinâmica do dólar, além do impacto das estratégias com derivativos utilizadas para geração de renda adicional.