O EMEG11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de ações de mercados emergentes, por meio da replicação de um índice internacional amplamente utilizado como referência global. O fundo é gerido pela XP Inc. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a empresas de países em desenvolvimento.
Classificado como ETF de ações internacionais, o EMEG11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um fundo de índice no exterior, com o objetivo de acompanhar a variação do índice MSCI Emerging Markets, que reúne empresas de grande e média capitalização de mais de 20 países emergentes.
A carteira é composta por ações de empresas listadas em mercados como Brasil, China, Índia e México, entre outros. A ponderação segue critérios de capitalização de mercado ajustada pelo free float, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia do índice.
Composição e perfil de exposição
O ETF EMEG11 oferece exposição a:
- Ações de empresas de mercados emergentes
- Fundo de índice estrangeiro atrelado ao MSCI Emerging Markets
O EMEG11 busca refletir o desempenho do MSCI Emerging Markets Index, benchmark amplamente utilizado para acompanhar a evolução das economias emergentes, combinando potencial de crescimento com maior nível de volatilidade.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados ao fundo de índice no exterior.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O EMEG11 foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso a mercados emergentes por meio da bolsa brasileira, utilizando estrutura que investe em ETF internacional.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à exposição global, acompanhando o interesse por diversificação geográfica e acesso a economias em desenvolvimento.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações dos mercados emergentes, sendo influenciado por fatores como crescimento econômico global, fluxo de capital estrangeiro, variações cambiais e dinâmica política e econômica desses países.