O ELAS11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do Teva Ações Lideradas por Mulheres Index. O fundo é gerido pela Safra Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso ao mercado acionário nacional por meio de uma estratégia temática. Classificado como ETF de renda variável, o ELAS11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir em ações de empresas brasileiras que apresentam participação feminina relevante em cargos de liderança e governança corporativa, buscando refletir o desempenho do índice de referência.
A carteira é composta por companhias listadas na B3 de diferentes setores da economia, com ponderação baseada na metodologia do índice subjacente e ajustes periódicos para manter a aderência aos critérios estabelecidos.
Composição e perfil de exposição
O ETF ELAS11 oferece exposição a:
- Empresas brasileiras com presença feminina em cargos de liderança.
- Ações de diferentes setores da economia nacional.
- Estratégia temática voltada à diversidade e governança corporativa.
O ELAS11 busca refletir o desempenho do Teva Ações Lideradas por Mulheres Index, benchmark desenvolvido para selecionar companhias que atendam a critérios relacionados à participação feminina em posições estratégicas e conselhos administrativos.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos operacionais associados à estrutura do ETF. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O ELAS11 foi lançado com o objetivo de ampliar a oferta de ETFs temáticos na bolsa brasileira, oferecendo exposição a empresas alinhadas a critérios de diversidade corporativa. Ao longo do tempo, passou a integrar o segmento de ETFs ESG e temáticos disponíveis na B3, acompanhando a expansão desse mercado no Brasil.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário brasileiro, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, dinâmica setorial e desempenho das empresas que compõem o índice de referência.