O CORN11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir a variação do preço do milho, por meio da replicação de um índice atrelado a contratos futuros da commodity negociados no mercado local. O fundo é gerido pela BB Gestão de Recursos DTVM S.A. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao mercado de commodities agrícolas.
Classificado como ETF de commodities, o CORN11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em acompanhar o Índice Futuro de Milho B3 (IFMILHO B3), que reflete o desempenho de uma carteira teórica baseada em contratos futuros de milho, considerando sua dinâmica de preços no mercado.
A carteira é composta por instrumentos financeiros atrelados ao milho, com exposição ao preço da commodity por meio de derivativos. Conforme indicado na lâmina, há predominância de operações compromissadas e títulos públicos, utilizados como suporte à estratégia com derivativos, além de outros instrumentos complementares.
Composição e perfil de exposição
O ETF CORN11 oferece exposição a:
- Contratos futuros de milho negociados na B3.
- Instrumentos financeiros utilizados na estrutura de derivativos.
- Mercado de commodities agrícolas no Brasil.
O CORN11 busca refletir o desempenho do Índice Futuro de Milho B3 (IFMILHO B3), benchmark que acompanha a variação dos preços futuros do milho no mercado brasileiro.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. De acordo com as informações do regulamento, o fundo não possui taxa global de administração, tampouco taxa de performance ou taxa de saída.
A negociação ocorre em bolsa, com liquidação financeira em D+2. O fundo possui prazo de duração indeterminado e classificação tributária de renda variável.
História e evolução do ETF
O CORN11 foi lançado em outubro de 2022, com o objetivo de oferecer uma alternativa de acesso ao mercado de commodities agrícolas por meio da B3, com foco específico no milho.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos voltados a commodities no mercado brasileiro, ampliando as possibilidades de diversificação dentro da renda variável.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do preço do milho, influenciado por fatores como clima, safra, oferta e demanda global, além de variáveis macroeconômicas e cambiais que impactam o mercado agrícola.