O CAPE11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do Bovespa B3 BR+ Cap 5% Index. O fundo é gerido pela BlackRock Brasil e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao mercado acionário brasileiro. Classificado como ETF de renda variável, o CAPE11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir em uma carteira de ações brasileiras e BDRs de empresas nacionais listadas no exterior, buscando refletir o desempenho do índice de referência. A carteira é composta por ativos de diversos setores da economia, com exposição ao mercado doméstico.
A ponderação segue critérios definidos pelo índice, com limite máximo de 5% por emissor, com ajustes periódicos para manter a aderência à metodologia e reduzir a concentração em poucos ativos.
Composição e perfil de exposição
O ETF CAPE11 oferece exposição a:
- Ações brasileiras e BDRs de empresas nacionais listadas no exterior.
- Diversos setores da economia, como financeiro, energia, consumo e utilidades.
- Estratégia com limite de concentração de até 5% por ativo.
O CAPE11 busca refletir o desempenho do Bovespa B3 BR+ Cap 5% Index, benchmark que inclui cerca de 90 empresas e estabelece um teto de participação por emissor, promovendo maior diversificação em relação a índices tradicionais ponderados por valor de mercado.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,30% ao ano, sem cobrança de taxa de performance. Não há garantia de distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos no fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O CAPE11 foi lançado em junho de 2025, com o objetivo de oferecer uma alternativa de investimento no mercado acionário brasileiro com controle de concentração por ativo. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda variável na B3, trazendo uma abordagem diferenciada em relação aos índices tradicionais.
Nos últimos períodos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário brasileiro, sendo influenciado por fatores macroeconômicos domésticos, dinâmica setorial e condições do mercado de capitais. A limitação de peso por emissor pode contribuir para uma distribuição mais equilibrada entre os ativos ao longo do tempo.