O BDOM11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do MarketVector™ Brazil Domestic Exposure (BRL) Index. O fundo é gerido pela Investo Gestão de Recursos e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a empresas com forte atuação no mercado doméstico. Classificado como ETF de renda variável, o BDOM11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir em uma carteira de ações de empresas brasileiras cuja maior parte das receitas é gerada no Brasil, buscando refletir o desempenho do índice de referência. A carteira é composta por ações de diferentes setores da economia, com exposição ao mercado doméstico.
A ponderação segue critérios definidos pelo índice, que combina capitalização de mercado ajustada ao free float com métricas de exposição à receita local, com ajustes periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF BDOM11 oferece exposição a:
Empresas listadas na B3 com alto foco no mercado brasileiro, exigindo que mais de 50% de sua receita seja gerada internamente. da economia, como: Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Mercado Livre e outros.
O BDOM11 busca refletir o desempenho do MarketVector Brazil Domestic Exposure Index, benchmark que seleciona empresas com pelo menos 50% da receita proveniente do mercado interno, priorizando a exposição à economia brasileira.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,30% ao ano, sem cobrança de taxa de performance. Não há garantia de distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos no fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O BDOM11 foi lançado em setembro de 2022, com o objetivo de oferecer uma alternativa de investimento em empresas brasileiras com foco no mercado interno. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à exposição temática dentro da renda variável no Brasil, acompanhando o desenvolvimento do mercado local.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido a dinâmica da economia doméstica, sendo influenciado por fatores como crescimento econômico, consumo interno, política monetária e condições do mercado brasileiro. A composição setorial diversificada e o limite de concentração por ativo contribuem para maior equilíbrio na carteira ao longo do tempo.