O ASIA11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do índice MSCI AC Asia ex Japan IMI Index. O fundo é gerido pela XP Vista Asset Management Ltda. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao mercado acionário asiático, excluindo o Japão. Classificado como ETF internacional de renda variável, o ASIA11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de fundos de índice no exterior que acompanham o MSCI AC Asia ex Japan IMI Index, buscando refletir o desempenho de empresas de grande, média e pequena capitalização da Ásia.
A carteira é composta por ações internacionais de diversos setores econômicos, com exposição a países como China, Índia, Taiwan, Coreia do Sul e Hong Kong. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com ajustes periódicos para manter aderência à metodologia estabelecida.
Composição e perfil de exposição
O ETF ASIA11 oferece exposição a:
- Empresas asiáticas de grande, média e pequena capitalização.
- Mercados acionários da China, Índia, Coreia do Sul, Taiwan e outros países asiáticos.
- Diversos setores da economia internacional, como tecnologia, financeiro e consumo.
O ASIA11 busca refletir o desempenho do MSCI AC Asia ex Japan IMI Index, benchmark utilizado como referência para o mercado acionário asiático, excluindo empresas japonesas.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados aos ETFs investidos no exterior. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os dividendos reinvestidos no patrimônio do fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O ASIA11 foi lançado com o objetivo de ampliar o acesso do investidor brasileiro ao mercado acionário asiático por meio da bolsa brasileira, utilizando estrutura baseada em ETFs internacionais. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais disponíveis na B3, acompanhando o crescimento da demanda por diversificação geográfica global.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações dos mercados asiáticos, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, política monetária global, crescimento econômico da China e da Índia, dinâmica cambial e desempenho das empresas que compõem o índice de referência.