O ARGE11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas argentinas por meio da replicação de um índice internacional atrelado a companhias com exposição relevante à economia da Argentina. O fundo é administrado pelo BTG Pactual e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a ações internacionais via ADRs.
Classificado como ETF internacional de renda variável, o ARGE11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o índice MarketVector™ US Listed Argentina Index, que reúne empresas argentinas listadas nos Estados Unidos, buscando refletir o desempenho desse conjunto de ativos no mercado global.
A carteira é composta por ADRs de companhias com receitas relevantes provenientes da Argentina, incluindo setores como energia, financeiro, siderurgia e telecomunicações. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos trimestrais para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF ARGE11 oferece exposição a:
- Empresas argentinas listadas no exterior (ADRs).
O ARGE11 busca refletir o desempenho de empresas com exposição relevante à Argentina por meio de um índice que seleciona companhias com presença significativa no país, utilizando critérios de representatividade e liquidez.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,75% ao ano.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os resultados reinvestidos no fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O ARGE11 foi lançado em 2025 com o objetivo de facilitar o acesso ao mercado argentino por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que investe em ADRs negociados nos Estados Unidos.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais disponíveis no Brasil, acompanhando o desenvolvimento do mercado local. Houve crescimento relevante do fundo desde o lançamento, refletindo o interesse dos investidores por exposição internacional temática.
Seu desempenho tem acompanhado as oscilações das empresas argentinas no cenário global, influenciado por fatores macroeconômicos, reformas estruturais no país e dinâmica dos mercados emergentes.