O 5PRE11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do Índice IMA-B 5 P2. O fundo é gerido pela Itaú Unibanco Asset Management Ltda. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a títulos públicos indexados à inflação. Classificado como ETF de renda fixa, o 5PRE11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em títulos públicos federais atrelados ao IPCA, com vencimentos intermediários, buscando refletir o desempenho do índice no mercado local. A carteira é composta por NTN-Bs elegíveis ao índice de referência, com exposição à inflação e à dinâmica da curva de juros reais. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com ajustes periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF 5PRE11 oferece exposição a:
- Títulos públicos federais indexados ao IPCA (NTN-Bs).
- Vencimentos intermediários, conforme critérios do IMA-B 5 P2.
O 5PRE11 busca refletir o desempenho do IMA-B 5 P2, índice amplamente utilizado como referência para títulos públicos indexados à inflação com prazo mais curto dentro da curva de NTN-Bs.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de eventuais custos operacionais associados à sua estrutura. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O 5PRE11 foi lançado com o objetivo de facilitar o acesso a títulos públicos indexados à inflação de prazos intermediários por meio da bolsa brasileira. Sua estrutura permite acompanhar, de forma padronizada, o desempenho de NTN-Bs elegíveis ao índice, sem necessidade de aquisição direta dos títulos.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa na B3, acompanhando o desenvolvimento do mercado de investimentos indexados à inflação. Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações da curva de juros real no Brasil, sendo influenciado por expectativas de inflação, política monetária e condições macroeconômicas domésticas.