2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
🚨 A agenda econômica desta semana promete movimentar os mercados, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
Após uma série de indicadores relevantes sobre o mercado de trabalho norte-americano e o rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Moody’s, o foco agora se volta para a inflação.
Na quarta-feira (9), o Brasil divulga o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador-chave para a política monetária local, que continua sendo alvo de ajustes por grandes instituições financeiras.
Com a inflação exercendo forte influência sobre as decisões do Banco Central, a expectativa é de uma aceleração do índice, com pressão nos preços dos alimentos e tarifas de energia elétrica.
Projeções de economistas, como Caio Megale, da XP, apontam um aumento de 0,43% em setembro, acumulando 4,41% no ano.
Além disso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também deve apresentar novos dados sobre o desempenho do comércio e do setor de serviços, com o mercado prevendo desaceleração em ambos os setores.
No campo político, os desdobramentos das eleições municipais podem abrir caminho para a aprovação de Gabriel Galípolo como diretor do Banco Central, sendo uma das pautas econômicas aguardadas no Senado.
📈 No cenário internacional, os holofotes se voltam para a divulgação da ata do Federal Open Market Committee (FOMC) nos EUA, também na quarta-feira.
O documento deve oferecer pistas sobre o futuro da política monetária norte-americana, especialmente após a recente decisão de corte na taxa de juros.
Ainda nos EUA, importantes indicadores de inflação, como o CPI (Índice de Preços ao Consumidor) e o PPI (Índice de Preços ao Produtor), serão divulgados entre quinta e sexta-feira, proporcionando mais clareza sobre o rumo dos juros no país.
A China, que retorna ao mercado após a pausa da Semana Dourada, também promete ser um ponto de atenção.
Dados econômicos importantes, como crédito agregado e inflação ao consumidor e produtor, serão divulgados, com os mercados atentos às possíveis repercussões globais.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
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