Méliuz (CASH3) propõe redução de capital, mas desta vez sem restituição aos acionistas
O objetivo é reduzir o capital social em R$ 160 milhões e alocar recursos em uma reserva.
O Méliuz (CASH3) divulgou nesta terça-feira (05), as informações atualizadas sobre a redução de capital da Companhia no valor de R$ 210 milhões, aprovada em AGE realizada no dia 26 de janeiro de 2024.
O valor se refere à venda do Bankly para o Banco Votorantim.
Os acionistas titulares de ações da Companhia na data de 1 de abril de 2024 terão direito ao recebimento da restituição de capital, caso a redução de capital se torne efetiva sem oposição dos credores.
Dessa forma, as ações de emissão da Companhia passarão a ser negociadas ex-direitos da Redução de Capital a partir de 2 de abril de 2024.
Os acionistas da Companhia na data de corte terão direito a receber o valor de R$ 2,41496025096 por ação e o pagamento será realizado no dia 11 de abril de 2024.
O objetivo é reduzir o capital social em R$ 160 milhões e alocar recursos em uma reserva.
O banco e suas filiais elevaram sua fatia no Méliuz de 6,98 milhões para cerca de 10,96 milhões de ações ordinárias.
O Ebitda ajustado chegou a R$ 109,6 milhões nos últimos 12 meses, crescimento de 74%.
A movimentação não tem como objetivo alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa.
O programa de recompra resultou em um Bitcoin Yield Ajustado de 6,90%.
Apesar do prejuízo contábil, o desempenho operacional seguiu forte.
Ao todo, os ativos líquidos somam cerca de R$ 279,6 milhões.
O Fisco notificou o Méliuz (CASH3), por possíveis irregularidades no uso de créditos tributários.
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