Mercado de previsão sobre Ibovespa, dólar e Bitcoin chega na B3; saiba as condições
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
🐋 Depois de passar quase 14 anos sem mexer na sua carteira, um dos primeiros investidores de Bitcoin (BTC) resolveu reaparecer.
Nas primeiras horas da última segunda-feira (15), uma baleia -apelido dado a quem detém grandes quantias de criptomoedas- movimentou 50 unidades de Bitcoin, equivalente a US$ 3,2 milhões (cerca de R$ 16,8 mi). A operação foi uma transferência para duas carteiras, segundo dados da ferramenta de análise de blockchain Lookonchain.
💆 Leia também: Goldman Sachs vê halving do Bitcoin (BTC) com cautela
O nome da baleia não foi revelado, mas se sabe que ele mantinha essa quantia na carteira desde abril de 2010. Essa data é apenas alguns meses depois que o BTC entrou no ar, valendo menos de um real.
Em 2023, outras carteiras consideradas “da era de Satoshi”, o criador da criptomoeda, movimentaram seus valores. O caso mais emblemático aconteceu em agosto do ano passado, quando o investidor enviou mais de 1 mil unidades de BTC, somando uma movimentação de US$ 29 bilhões.
Às vésperas do halving, o Bitcoin opera com alta de 5%, em R$ 331 mil, segundo os monitores de criptomoedas. O desempenho é negativo, porém, no acumulado da semana (-12%) e do mês (-7%).
O movimento de baixa está ligado a fatores internacionais, que levaram o setor de cripto abaixo no fim da semana passada. O ataque do Irã à Israel derrubou as criptomoedas em bloco, do mesmo modo que mexeu com outros investimentos de risco, como os contratos futuros.
As outras criptomoedas do mercado seguem a performance do Bitcoin, registrando altas nesta quinta-feira. Ethereum opera em 3,3% (R$ 16 mil), Binance Coin em 5,5% (R$ 2,8 mil) e Solana em 6% (R$ 723).
O valor de mercado das criptomoedas está em R$ 12,2 trilhões, subindo 4%, ainda segundo os monitores.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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