2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
📉 Depois de meses de queda, a inflação na Argentina voltou a acelerar em junho, mostram dados do Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos) divulgados nesta sexta-feira (12). O aumento dos preços chegou a 4,6% no acumulado do mês passado.
Com isso, na soma dos últimos doze meses, a inflação anual da Argentina registra 271,5%. Só neste ano, o avanço foi de 79,8%, ainda segundo o órgão de pesquisas e estatísticas.
O principal aumento foi visto no setor de Habitação e Serviços públicos que cresceu 14,3%. O país registrou um forte reajuste nas tarifas de eletricidade e gás, além dos preços de aluguéis.
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Na outra ponto, os setores com os menores reajustes foram Bebidas Alcoólicas e Fumo (2,1%) e Equipamentos e Manutenção Doméstica (2,3%).
O governo federal trabalha com uma expectativa de que a inflação encerre o ano em 140%, sendo um resultado abaixo dos 211% de 2023. A projeção é que os dados melhores no segundo semestre, quando está previsto o reajuste de aposentadorias e a recomposição salarial do setor público.
Com o resultado oficial da inflação, a cotação paralela do dólar disparou e atingiu sua máxima histórica de 1,5 mil pesos. A diferença entre o dólar oficial que é de 918 pesos, portanto, alcança a brecha de 60%, a maior já registrada neste ano.
Já o real é negociado a 169 pesos nas casas de câmbio, enquanto pode ser comprado por 261 nas mãos de cambistas pelo país.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
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