Cyrela (CYRE3) marca queda de 50% em lançamentos de imóveis no 1T26
Construtora vê volume de vendas de seus projetos também perder tração com Selic elevada.
🚨 A Cyrela (CYRE3) e o fundo canadense CPP Investments anunciaram uma nova joint venture com foco no mercado imobiliário de luxo em São Paulo, estimando um valor potencial de vendas de R$ 6 bilhões.
O acordo, divulgado nesta segunda-feira (13), será operado pela subsidiária Cy.Capital e prevê um investimento total de R$ 1,7 bilhão, dividido igualmente entre as duas partes.
Segundo Ricardo Szlejf, diretor de Real Assets para a América Latina da CPP Investments, a iniciativa é sustentada por fundamentos sólidos do mercado residencial paulistano, como demografia favorável, baixo desemprego e aumento consistente da renda familiar na região.
Essa parceria não é inédita. Em 2019, Cyrela e CPP Investments já haviam colaborado em um projeto com a Greystar, voltado ao desenvolvimento de propriedades multifamiliares na capital paulista.
Agora, o foco será a construção de empreendimentos residenciais de alta qualidade, alinhados com a crescente demanda por imóveis sofisticados em São Paulo.
"Estamos entusiasmados em ampliar nossa parceria de longa data com a Cyrela. Acreditamos que esses projetos não apenas atenderão às expectativas do mercado, mas também oferecerão retornos sólidos e ajustados ao risco para nossos contribuintes e beneficiários", destacou Szlejf.
O mercado de imóveis de alto padrão em São Paulo segue aquecido, com demanda crescente impulsionada pela resiliência econômica local.
A parceria promete gerar impacto significativo no setor, consolidando ainda mais a posição da Cyrela como uma das principais incorporadoras do Brasil.
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O segmento de imóveis de luxo em São Paulo atrai cada vez mais investimentos nacionais e estrangeiros, refletindo o apelo da cidade como um polo financeiro e cultural.
📊 Essa nova joint venture reforça a estratégia da Cyrela de se posicionar como líder no mercado de alta renda, enquanto o CPP Investments amplia sua exposição no Brasil, alinhada às tendências de urbanização e demanda por qualidade de vida nos grandes centros.
Construtora vê volume de vendas de seus projetos também perder tração com Selic elevada.
O banco elegeu a Cyrela como top pick entre as construtoras e projetou alta de 38%, destacando a Vivaz como principal vetor de crescimento.
O JP Morgan calculou que a venda da fatia na Cury seria o melhor cenário para a Cyrela, com potencial de retorno de 14%.
No 4T25, a Cyrela consumiu R$ 38 milhões de caixa, revertendo a geração positiva de R$ 61 milhões registrada um ano antes.
Segundo a companhia, o montante arrecadado será repassado proporcionalmente aos investidores que detinham as frações.
Construtora aumenta o capital social em R$ 2,49 bilhões com reserva de lucros e compensa acionistas.
Companhia propôs uma capitalização bilionária, mediante bonificação aos acionistas.
Segundo o comunicado, terão direito aos proventos os investidores com posição acionária em 9 de dezembro de 2025.
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