Preso no caso Master, ex-presidente do BRB busca acordo de delação premiada
Paulo Henrique Costa teria recebido propina de Vorcaro para permitir negócios com o Master.
💰 O Banco de Brasília – BRB (BSLI4) anunciou na última terça-feira (02), que seu conselho de administração aprovou um novo modelo de parceria comercial com o Clube de Regatas Flamengo, estendendo o acordo por 20 anos.
O novo contrato visa a colaboração na exploração de uma plataforma digital de soluções bancárias, seguridade, meios de pagamento, investimento e relacionamento, além de um marketplace digital de produtos e serviços direcionados aos torcedores do Flamengo.
Isso será realizado por meio de uma nova empresa, denominada Nação BRB Fla Serviços Financeiros (Nação BRB Fla).
Após a aprovação dos conselhos do BRB e do Flamengo, serão assinados o contrato de marca e o contrato de parceria.
A Nação BRB Fla terá licença exclusiva para utilizar a marca do Flamengo para serviços financeiros e iniciará suas operações em até 90 dias após a assinatura do contrato de parceria.
Esta renovação na parceria Flamengo-BRB traz mudanças significativas, destacando-se a extensão do contrato até abril de 2026.
📊 O BRB se comprometerá a investir R$ 25 milhões anuais para manter sua marca na omoplata da camisa rubro-negra, um aumento significativo em relação ao acordo anterior, que era de R$ 6,2 milhões por ano.
Além disso, a parceria inclui uma associação com o Banco Nação, uma entidade vinculada diretamente ao clube.
O BRB garantirá um pagamento mínimo anual de R$ 15 milhões, substituindo o modelo anterior baseado na quantidade de clientes cadastrados.
👕 Com esses acordos, o Flamengo assegurará uma receita mínima de R$ 40 milhões anuais, equiparando-se ao valor pago pelo espaço master da camisa.
O uniforme do Flamengo se torna um dos mais valiosos do mundo esportivo, com uma receita anual de patrocínio estimada em R$ 240 milhões, provenientes de diversos patrocinadores como Pixbet, Adidas e Mercado Livre.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina de Vorcaro para permitir negócios com o Master.
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina para facilitar transações do BRB com o Master.
O relatório já foi enviado à PF, para a adoção das "eventuais medidas cabíveis".
O BRB pediu ao STF que ativos identificados nas investigações do caso Master sejam reservados para ressarcir as partes lesadas.
Durigan negou federalização, mas disse que bancos públicos poderiam comprar ativos do BRB.
Pedido envolve possível apoio da Caixa e empréstimo bilionário do FGC.
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