Brava Energia (BRAV3) reverte lucro e registra prejuízo de R$ 350 milhões no 1T26
O Ebitda ajustado atingiu R$ 1,628 bilhão, alta de 52% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
💰 A Brava Energia (BRAV3) reportou lucro líquido de R$829,2 milhões no 1T25 (1º trimestre de 2025) revertendo o prejuízo de R$20,7 milhões do mesmo período do ano anterior, segundo relatório de resultados divulgado na última segunda-feira (12).
O Ebitda ajustado da empresa no período foi R$1,07 bilhão, 14% menor que no ano anterior, com uma margem Ebitda de 37,2%, ante 44,0% nos primeiros três meses de 2024.
💲 Sem ajustes, o Ebitda foi de R$1,13 bilhão, queda de 16,1% em relação ao ano anterior. Em contraste, a receita líquida da companhia cresceu 1,8% no comparativo anual, atingindo R$2,87 bilhões. Em abril, a produção média da empresa atingiu 82 mil barris diários, um recorde para a companhia, com 69 mil barris de óleo.
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Isso representa um aumento em relação à produção média de 70,8 mil barris de óleo equivalente por dia no primeiro trimestre. O custo de extração onshore também registrou redução pelo segundo trimestre consecutivo, alcançando US$ 16,7.
🗣️ “Encerramos o primeiro trimestre do ano com resultados consistentes, que reforçam a eficiência da nossa estratégia. Registramos recorde de produção, um marco que demonstra a evolução constante dos nossos ativos e a capacidade de entrega das nossas equipes. Estamos confiantes em um crescimento ainda maior daqui para frente", afirmou o CEO da empresa, Décio Oddone.
Para se ter uma noção da atual cotação da BRAV3 (R$ 20,09), se você tivesse investido R$ 1 mil há um ano, hoje você teria R$ 665,01, já há 6 meses, R$ 1.244,40, e em 30 dias, R$ 1.159,33, segundo dados do Investidor10.
O Ebitda ajustado atingiu R$ 1,628 bilhão, alta de 52% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
O desempenho do mês foi impulsionado principalmente pela produção offshore.
Petroleira resultante da fusão entre 3R Petroleum e Enauta vende fatia em Jubarte à Petrobras.
Com as duas operações combinadas, a Ecopetrol passaria a deter 51% do capital da Brava, assumindo o controle da companhia.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na base da empresa até esta segunda-feira (20).
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
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