ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Mais de 25 mil pessoas que investem em Bitcoin (BTC) não citaram a criptomoeda ao declarar o IR (Imposto de Renda) em 2023. Juntos, os investimentos não declarados ultrapassam R$ 1 bilhão, segundo a Receita Federal.
🪙 A Receita Federal identificou esses investidores por meio de técnicas tradicionais e de inteligência artificial. São ao todo 25.126 pessoas físicas que teriam, ao final de 2022, "pelo menos 0,05 Bitcoin, o equivalente a cerca de R$ 10 mil em valores atuais", de acordo com o Fisco.
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Esses investidores estão em todo o Brasil e também no exterior. A maior concentração, no entanto, está no estado de São Paulo. Mais de 8,6 mil pessoas deixaram de declarar R$ 374,5 milhões em Bitcoin em São Paulo, segundo os cálculos da Receita Federal.
Veja os números por estado:
Em nota publicada nesta quinta-feira (1º), A Receita Federal lembrou "a importância de todos declararem adequadamente seus ativos para evitar riscos fiscais".
💲 De acordo com as regras da última declaração do Imposto de Renda, todos que tinham mais de R$ 5 mil em criptomoedas precisavam declarar os ativos em 2023. No caso de omissão, incorreção ou atraso na prestação das informações, o contribuinte fica sujeito a multa.
Ao Investidor10, a Receita Federal disse que abrirá procedimentos fiscais para investigar a não declaração dos criptoativos pelas 25.126 pessoas físicas mencionadas acima.
Além disso, o órgão "avalia realizar ação de estímulo à autorregularização dos dados informados no ano passado, incentivando a conformidade, sem a imposição de multas que são devidas no caso de abertura de procedimentos fiscais".
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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