ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
O Bitcoin (BTC) perdeu o patamar dos US$ 80 mil neste domingo (6), após um final de semana de perdas para as criptomoedas.
📉 O token caía mais de 5% e era negociado por cerca de US$ 78,9 mil às 18h05 desse domingo (6). É o menor patamar desde o último dia 9 de março.
Outras criptomoedas, contudo, caíam até mais. O Etherum (ETH), por exemplo, derretia 11,2%; a Solana (SOL), perdia 10,2%; e o XRP (XRP) cedia 7,4%.
As criptomoedas também tiveram um dia de perdas no sábado (5), pressionadas pelas incertezas deflagradas pela política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
💲 As tarifas levantaram o temor de uma guerra comercial e de uma recessão nos Estados Unidos. Por isso, derrubaram os mercados nos últimos dias.
O Bitcoin, por exemplo, caiu mais de 3% na quarta-feira (2). Depois, até tentou reagir na quinta (3) e sexta-feira (4). Contudo, voltou a operar no vermelho no fim de semana.
As dúvidas sobre os próximos movimentos do Fed (Federal Reserve) também pressionam os criptoativos. Isso porque o presidente do Fed, Jerome Powell, já disse que as tarifas devem pressionar a inflação americana nos próximos trimestres, colocando em dúvida o rumo dos juros americanos.
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O Bitcoin ultrapassou a barreira dos US$ 80 mil logo após a eleição de Donald Trump, em novembro de 2024, impulsionado pelas promessas do republicano de estimular o setor de criptomoedas.
🪙 A criptomoeda chegou a ser negociada acima dos US$ 106 mil em 21 de janeiro de 2025, dia seguinte à posse de Trump. Contudo, já vinha recuando desde então, pois o setor esperava medidas mais rápidas do governo americano em prol dos criptoativos.
O token já caiu mais de 20% desde a posse de Trump. Ainda assim, esta é apenas a segunda vez desde novembro que o Bitcoin é negociado abaixo dos US$ 80 mil.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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