Banco do Brasil e Petrobras não serão privatizados, diz campanha de Flávio
O economista Adolfo Sachsida disse que o objetivo é fortalecer a gestão das estatais.
O Banco do Brasil (BBAS3) também protagonizou na noite desta quinta-feira (14) revisão em suas projeções corporativas para 2025, após divulgar resultados apurados no segundo trimestre do ano (2T25), corte no payout e sem novas datas de dividendos.
No caso, a estatal reavaliou sua carteira de crédito, segmentada entre clientes pessoas físicas, empresas e dinheiro emprestado ao agronegócio.
Vale destacar que a instituição financeira retomou os intervalos para as linhas de Custo do Crédito, Margem Financeira Bruta e Lucro Líquido Ajustado, a partir de uma reavaliação dos impactos do cenário atual.
Portanto, acompanhe a seguir as expectativas correntes da administração do Banco do Brasil para 2025:
O economista Adolfo Sachsida disse que o objetivo é fortalecer a gestão das estatais.
Banco do Brasil (BBAS3) corrige -6,38% ao passo que o mercado se debruça nos cenários políticos.
O JPMorgan rebaixou a recomendação para as ações do Banco do Brasil de “neutro” para “underweight”.
Entre os carros-chefes da bolsa de valores brasileira, o setor bancário arrancou na dianteira como um dos favoritos.
As ações do banco lideram as maiores altas do Ibovespa na manhã desta segunda-feira (5).
Clientes do Banco do Brasil receberam aviso de que teriam o limite do cartão zerado em 31 de outubro, mas alguns deles já ficaram sem crédito.
O setor bancário foi um dos grandes responsáveis pelo fechamento com chave de ouro ao IBOV no período.
Caso vença as Eleições 2026, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro terá o poder sobre o banco estatal.
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