O ISUS11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). O fundo é gerido pela Itaú Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo exposição a empresas com práticas reconhecidas de sustentabilidade. Classificado como ETF de ações, o ISUS11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em replicar o índice de referência, que reúne companhias selecionadas com base em critérios ambientais, sociais e de governança (ESG), buscando refletir o desempenho médio dessas empresas no mercado brasileiro.
A carteira é composta por ações de empresas listadas na B3 que integram o índice, com ponderação definida pela metodologia do ISE e revisões periódicas para manter a aderência.
Composição e perfil de exposição
O ETF ISUS11 oferece exposição a:
- Ações de empresas brasileiras com critérios ESG.
- Setores como utilidade pública, financeiro, consumo, energia e materiais básicos.
- Mercado acionário doméstico com viés sustentável.
De acordo com a composição apresentada, há diversificação setorial relevante, com maior peso em utilidade pública e financeiro, além de participação de setores como consumo, indústria e saúde, conforme gráfico de alocação do índice.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa total máxima de aproximadamente 0,40% ao ano, sem cobrança de taxa de performance . Não há distribuição recorrente de rendimentos, e os proventos das ações tendem a ser reinvestidos na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O ISUS11 foi lançado em 2011, com o objetivo de oferecer uma alternativa de investimento alinhada a critérios de sustentabilidade dentro do mercado acionário brasileiro . Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos no Brasil, acompanhando a crescente demanda por estratégias ESG.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações das ações que compõem o índice ISE, influenciado por fatores macroeconômicos, desempenho setorial e evolução das práticas de sustentabilidade no ambiente corporativo brasileiro.