O DVER11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do Índice Diversidade B3 (IDIVERSA B3), calculado pela própria B3. O fundo é gerido pela BB Asset (Banco do Brasil) e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, sendo o primeiro ETF brasileiro focado em diversidade corporativa. Classificado como ETF de renda variável, o DVER11 adota gestão passiva, com replicação integral da carteira do índice.
A estratégia consiste em investir em ações de empresas brasileiras listadas na B3 que adotam boas práticas relativas à diversidade de raça e gênero, buscando refletir o desempenho do índice de referência. O fundo deve manter, isolada ou cumulativamente, no mínimo 95% de seu patrimônio líquido em ativos financeiros que integrem o IDIVERSA B3, em qualquer proporção, ou em posições líquidas no mercado futuro.
A carteira é composta por ações de dezenas de empresas de diferentes setores da economia brasileira, selecionadas com base em critérios de diversidade e representatividade, dentro de uma abordagem ESG. A ponderação segue critérios definidos pela metodologia do IDIVERSA B3, com ajustes periódicos para manter a aderência ao índice.
Composição e perfil de exposição
O ETF DVER11 oferece exposição a:
- Empresas brasileiras com boas práticas de diversidade de raça e gênero.
- Companhias de diferentes setores da economia nacional, com critérios ESG de inclusão e representatividade.
- Uma carteira diversificada, reduzindo o risco de concentração setorial.
O DVER11 busca refletir o desempenho do Índice Diversidade B3 (IDIVERSA B3), benchmark desenvolvido pela B3 para dar mais transparência e incentivar boas práticas de diversidade nas empresas listadas em bolsa.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos operacionais relacionados à estrutura do ETF. Não há taxa de performance. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O DVER11 foi lançado pela BB Asset com o objetivo de oferecer, via bolsa brasileira, acesso a uma carteira de empresas comprometidas com diversidade, equidade e inclusão, alinhando performance financeira a critérios sustentáveis.
Em 2025, o BNDES, por meio de sua subsidiária BNDESPAR, aprovou aporte de até R$ 100 milhões no fundo, com participação limitada a 50% do total das cotas, marcando a retomada da atuação da BNDESPAR no mercado de capitais brasileiro de ETFs e reforçando a pauta de diversidade no mercado financeiro.
Ao longo do tempo, o DVER11 passou a integrar a oferta de ETFs temáticos ESG disponíveis na B3, ao lado de outros fundos ligados a critérios ambientais, sociais e de governança, acompanhando o crescimento da demanda por estratégias de investimento sustentável e responsável.