Itaú (ITUB4): Caso de R$ 40 bilhões volta ao radar após PGFN contestar Justiça
O caso trata de uma cobrança relativa a um suposto ganho de capital que não teria sido tributado durante o processo de fusão com o Unibanco.
O Itaú (ITUB4) deve pagar um "dividendo adicional relevante" no início de 2026. Ao menos, esta é a expectativa do CEO do banco, Milton Maluhy Filho.
💰 "Com as informações que temos hoje, esperamos ter um adicional sim", disse o CEO do Itaú, em um evento promovido pela Itaúsa (ITSA4).
Ele lembrou que o dividendo extra é definido depois que o banco fecha as contas do ano e faz as projeções para o ano seguinte, para saber quanto há de "capital em excesso" para ser distribuído aos acionistas. Por isso, só deve ser anunciado no início de 2026.
Contudo, adiantou que a possibilidade de um dividendo adicional é grande, já que o Itaú vem registrando lucros recordes e também vem ampliando a sua rentabilidade neste ano.
🏦 Para o executivo, o banco está no seu melhor momento, tanto em crescimento, quanto em nível de segurança para atravessar momentos de mais volatilidade.
Mas ele ainda vê novas oportunidades de crescimento, sobretudo nos segmentos de média e alta renda, pessoa jurídica e mercado de capitais. Por isso, destacou que a palavra de ordem do banco ainda é "crescer".
"O objetivo número 1 é investir na atividade, crescer o banco. Mas não queremos reter sobras e excessos", disse o CEO.
📊 Por causa disso, o Itaú não tem uma meta de payout, mas compromete-se a distribuir para os acionistas, sob a forma de dividendos adicionais, o "capital em excesso" registrado depois que fecha o ano e traça os planos de crescimento para o ano seguinte.
Esse pagamento vem sendo realizado já há alguns anos. Por isso, passou a ser chamado pelo banco de "dividendo adicional", ao invés de "dividendo extraordinário".
A notícia de um "dividendo adicional relevante" é positiva para os acionistas do Itaú, mas também da Itaúsa. Afinal, a holding é uma das principais acionistas do banco e repassa para os seus acionistas os dividendos recebidos do Itaú.
CEO da Itaúsa, Alfredo Setúbal indicou nesta terça-feira (30) que esta lógica deve continuar. Além disso, contou que a Itaúsa também tem recebido dividendos crescentes de suas outras investidas, como Dexco (DXCO3), Alpargatas (ALPA4) e Motiva (MOTV3), o que vem ajudando a reduzir a dívida da holding.
O caso trata de uma cobrança relativa a um suposto ganho de capital que não teria sido tributado durante o processo de fusão com o Unibanco.
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