Preso no caso Master, ex-presidente do BRB busca acordo de delação premiada
Paulo Henrique Costa teria recebido propina de Vorcaro para permitir negócios com o Master.
🏦 Os acionistas do BRB Banco de Brasília (BSLI4) poderão ter direito a receber parte dos R$ 48 milhões a serem distribuídos no próximo dia 25 de abril, conforme aprovação do conselho de administração nesta quarta-feira (9).
Para ter direito aos juros sobre o capital próprio (JCP), os investidores da estatal precisarão atender à data-com que acontece no próximo dia 14 de abril (segunda-feira).
Dessa maneira, a partir do dia 15 de abril de 2025 (terça-feira), tanto as ações ordinárias BSLI3 quanto os papéis preferencias BSLI4 não darão mais acesso (data-ex) ao JCP anunciado.
No caso, os proventos equivalem ao valor bruto de aproximadamente R$ 0,11 por ação BSLI3 e de aproximadamente R$ 0,12 por papel BSLI4. Até a efetiva data de pagamento no fim do mês, não incidirão quaisquer juros ou atualização monetária sobre a remuneração.
Por se tratarem juros sobre o capital próprio, haverá a cobrança de imposto de renda com alíquota de 15%, já que apenas os dividendos são isentos da mordida do leão da Receita Federal.
Recentemente, o BRB Banco de Brasília despertou o interesse dos investidores até que informações deram conta que a estatal estaria negociando a compra da Banco Master, uma instituição financeira privada conhecida do mercado por ofertar juros compostos generosos demais em investimentos de renda fixa, que pegam dinheiro emprestado dos investidores.
➡️ Leia mais: CDB do Banco Master pagando 17,30% ao ano até 2027 rende quanto? E quais são os riscos?
Paulo Henrique Costa teria recebido propina de Vorcaro para permitir negócios com o Master.
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina para facilitar transações do BRB com o Master.
O relatório já foi enviado à PF, para a adoção das "eventuais medidas cabíveis".
O BRB pediu ao STF que ativos identificados nas investigações do caso Master sejam reservados para ressarcir as partes lesadas.
Durigan negou federalização, mas disse que bancos públicos poderiam comprar ativos do BRB.
Pedido envolve possível apoio da Caixa e empréstimo bilionário do FGC.
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