O XB3511 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do índice IMA-B 5+ P2, composto por títulos públicos federais indexados à inflação com prazo superior a cinco anos.
O fundo é gerido pela Caixa Asset Management e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso ao mercado de renda fixa indexada ao IPCA. Classificado como ETF de renda fixa, o XB3511 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em títulos públicos federais atrelados à inflação, buscando refletir o desempenho do índice de referência no mercado doméstico. A carteira é composta principalmente por NTN-Bs (Tesouro IPCA+) com vencimentos mais longos, oferecendo exposição à curva de juros reais brasileira. A ponderação segue critérios definidos pela metodologia do índice IMA-B 5+ P2, com ajustes periódicos para manter aderência à composição do benchmark.
Composição e perfil de exposição
O ETF XB3511 oferece exposição a:
- Títulos públicos federais indexados ao IPCA.
- NTN-Bs de prazo mais longo.
- Mercado brasileiro de renda fixa atrelada à inflação.
O XB3511 busca refletir o desempenho do índice IMA-B 5+ P2, benchmark calculado pela ANBIMA e utilizado como referência para títulos públicos indexados à inflação com vencimentos superiores a cinco anos.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e custos relacionados à estrutura operacional do ETF. Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os ganhos incorporados ao valor da cota. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O XB3511 foi lançado com o objetivo de ampliar o acesso do investidor brasileiro ao mercado de títulos públicos indexados à inflação por meio da bolsa brasileira. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs de renda fixa da B3, acompanhando o crescimento do interesse por produtos ligados ao IPCA e à proteção inflacionária.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações das taxas de juros reais no Brasil, sendo influenciado pela política monetária, expectativas de inflação, dinâmica fiscal e condições macroeconômicas do mercado doméstico.