O USTK11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do setor de tecnologia da informação dos Estados Unidos, por meio da replicação de um índice internacional composto por empresas desse segmento. O fundo é administrado pelo Banco BNP Paribas Brasil S.A. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a companhias globais de tecnologia.
Classificado como ETF internacional de ações, o USTK11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um fundo de índice no exterior (Vanguard Information Technology ETF – VGT), que acompanha o índice MSCI US Investable Market Information Technology 25/50, reunindo empresas de grande, média e pequena capitalização do setor tecnológico.
A carteira é composta por ações de empresas globais de tecnologia, com forte concentração nos Estados Unidos. A ponderação segue critérios definidos pelo índice subjacente, com limites de concentração por ativo e rebalanceamentos trimestrais para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF USTK11 oferece exposição a:
- Empresas globais do setor de tecnologia da informação.
- Subsetores como semicondutores, software, hardware e equipamentos.
- Mercado internacional com exposição cambial em dólar.
O USTK11 busca refletir o desempenho do índice MSCI US Investable Market Information Technology 25/50, incluindo empresas como NVIDIA, Apple, Microsoft, Broadcom e Oracle, que possuem peso relevante na carteira.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração total de aproximadamente 0,39% ao ano, considerando a taxa no Brasil (0,30% a.a.) e no exterior (0,09% a.a.).
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os proventos reinvestidos e refletidos no valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O USTK11 foi lançado em 2021, com o objetivo de oferecer acesso ao setor de tecnologia global por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura que replica um ETF internacional amplamente diversificado.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs internacionais no Brasil, acompanhando o crescimento do interesse por investimentos no setor de tecnologia da informação.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor tecnológico global, sendo influenciado por fatores como inovação, crescimento das empresas do segmento, ciclos econômicos e condições macroeconômicas internacionais.