O TRIG11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do índice Teva Ações de Infraestrutura Global. O fundo é gerido pela Trígono Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao setor global de infraestrutura. Classificado como ETF internacional de renda variável setorial, o TRIG11 adota gestão passiva.
A estratégia consiste em investir majoritariamente em ativos que acompanham o índice Teva Ações de Infraestrutura Global, buscando refletir o desempenho de empresas ligadas aos segmentos de energia, transporte, saneamento, telecomunicações e infraestrutura logística ao redor do mundo.
A carteira é composta por ações internacionais de diferentes setores da infraestrutura global, com exposição a mercados desenvolvidos e emergentes. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter aderência à metodologia estabelecida.
Composição e perfil de exposição
O ETF TRIG11 oferece exposição a:
- Empresas de menor porte na B3 com foco em liquidez e critérios ESG.
O TRIG11 busca refletir o desempenho do índice Teva Ações de Infraestrutura Global, benchmark voltado ao acompanhamento de empresas de baixa capitalização (micro e small caps).
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e custos operacionais relacionados à estrutura do ETF e aos ativos da carteira.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os dividendos reinvestidos no patrimônio do fundo. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O TRIG11 foi lançado com o objetivo de ampliar o acesso do investidor brasileiro ao setor de micro e small caps. Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos disponíveis na B3, acompanhando o crescimento do interesse por ativos ligados à infraestrutura e serviços essenciais.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado internacional de infraestrutura, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, investimentos públicos e privados, dinâmica de juros globais e evolução dos setores de energia, transporte e telecomunicações.