O QQQQ11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de ações de tecnologia e crescimento do mercado norte-americano, por meio da replicação do índice Nasdaq-100 High Beta. O fundo é gerido pela Buena Vista Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a empresas internacionais com maior sensibilidade às oscilações do mercado.
Classificado como ETF de ações internacionais, o QQQQ11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir nas empresas que compõem o índice Nasdaq-100 High Beta (NDXHB), que seleciona o quartil superior das ações do Nasdaq-100 com base nos maiores níveis de beta, buscando capturar ativos com maior volatilidade e potencial de variação de preços.
A carteira é composta por ações de empresas globais, predominantemente do setor de tecnologia e inovação, com exposição ao dólar. A ponderação segue critérios definidos pelo índice de referência, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF QQQQ11 oferece exposição a:
- Ações de tecnologia e crescimento listadas nos EUA.
- Empresas com alto beta e maior sensibilidade ao mercado.
- Mercado internacional com exposição cambial ao dólar.
O QQQQ11 busca refletir o desempenho do índice Nasdaq-100 High Beta, benchmark que seleciona empresas com maior volatilidade dentro do Nasdaq-100.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração de aproximadamente 0,55% ao ano, além de custos operacionais associados à negociação e estrutura do ETF.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos. Seu prazo de duração é indeterminado, com liquidação financeira em D+2 no mercado secundário.
História e evolução do ETF
O QQQQ11 foi lançado em dezembro de 2024, com o objetivo de oferecer uma alternativa de exposição a ações internacionais com maior volatilidade e potencial de retorno no longo prazo.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs temáticos e internacionais disponíveis na B3, ampliando o acesso a estratégias baseadas em fatores de risco, como o beta.
Nos períodos recentes, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor de tecnologia global, sendo influenciado por fatores macroeconômicos, política monetária internacional e dinâmica das empresas de crescimento nos Estados Unidos.