O IWMI11 é um ETF listado na B3 que busca gerar renda mensal em dólar e acompanhar o desempenho de empresas de menor capitalização dos Estados Unidos, por meio de exposição ao índice Russell 2000 combinada com estratégia de opções.
O fundo é gerido pela Buena Vista Capital e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto a small caps americanas.
Classificado como ETF de ações internacionais com estratégia, o IWMI11 não replica exclusivamente um índice tradicional.
A estratégia consiste em investir em ativos vinculados ao Russell 2000 e implementar operações com opções de compra, com o objetivo de gerar renda recorrente e capturar movimentos do mercado.
A carteira é composta por exposição a aproximadamente duas mil empresas de menor capitalização dos Estados Unidos, combinada com estruturas derivativas.
A ponderação segue a lógica do índice subjacente e da estratégia proprietária, com ajustes periódicos para manter aderência ao modelo adotado.
Composição e perfil de exposição
O ETF IWMI11 oferece exposição a:
Empresas de menor capitalização dos Estados Unidos (small caps), como: Udemy, Krispy Kreme, Papa John's, Shake Shack, Victoria's Secret, AMC, GoPro, Coursera
O IWMI11 utiliza como base o Russell 2000, índice que reúne empresas emergentes do mercado norte-americano, combinado a uma metodologia proprietária que incorpora derivativos.
Embora focado em small caps (Russell 2000), a composição técnica do ETF pode incluir as principais posições do índice no momento do rebalanceamento, como mencionado no link do gestor, incluindo nomes da tecnologia dos EUA.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração e não conta com taxa de performance.
O ETF realiza distribuição mensal de rendimentos, com tributação na fonte sobre os proventos. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O IWMI11 teve início em dezembro de 2024, com o objetivo de oferecer uma alternativa de renda mensal atrelada ao mercado de small caps dos Estados Unidos por meio da B3.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs com estratégia no Brasil, combinando exposição internacional com geração de renda via derivativos.
Nos períodos recentes, seu comportamento tem refletido tanto as oscilações das small caps americanas quanto os resultados da estratégia com opções, influenciado por condições de mercado, volatilidade e dinâmica macroeconômica global.